Tratamentos ortodônticos personalizados, do diagnóstico ao resultado final, com acompanhamento próximo, comunicação clara e atenção a cada detalhe do seu caso.
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Ao longo de mais de 15 anos de prática clínica, já acompanhei mais de mil pacientes em jornadas ortodônticas, cada uma com seu próprio ritmo, suas próprias expectativas e suas próprias histórias. É esse olhar individual que orienta cada decisão clínica.
Com formação em especialização, mestrado e doutorado na área, o cuidado técnico vem acompanhado de algo igualmente importante: tempo para ouvir, explicar e construir um plano de tratamento que faça sentido para a vida de cada paciente, do primeiro contato ao último ajuste.
Princípios simples, aplicados com consistência em cada etapa do tratamento.
Explicações sem jargões, com transparência sobre cada etapa, prazo e expectativa do tratamento.
Presença constante em cada fase, do planejamento inicial à manutenção do resultado conquistado.
Experiência em planejamentos que envolvem outras especialidades, com coordenação entre todos os profissionais.
Compromisso real com o que é clinicamente possível, sem atalhos, sem prazos irreais, sem garantias vazias.
Cada plano é desenhado de acordo com o diagnóstico, o estilo de vida e os objetivos do paciente.
Tratamento ortodôntico tradicional, com tecnologia atualizada e acompanhamento contínuo para resultados previsíveis.
Aparelho Fixo
Movimentação dentária discreta e confortável, indicada para rotinas que pedem mais praticidade no dia a dia.
Alinhadores Invisíveis
Acompanhamento do desenvolvimento da arcada na infância, intervindo no momento certo para evitar problemas futuros.
Planejamento integrado com outras especialidades para casos que exigem uma abordagem mais ampla e coordenada.
A biologia de cada pessoa é única. Nenhum profissional de saúde pode garantir o que só o seu corpo decide.
"Eu prometo processo, cuidado e clareza em cada etapa."
A grande maioria das pessoas não sente dor, no máximo um incômodo nos três primeiros dias, quando os dentes ficam um pouco sensíveis ao mastigar, mas isso passa rápido. Poucas pessoas sentem um desconforto maior durante a primeira semana, e tem gente que não sente absolutamente nada. Já apareceram mães aqui no consultório reclamando comigo porque eu não tinha "apertado o aparelho direito" do filho, já que ele nunca reclamou de nada. E isso já aconteceu algumas vezes.
Quando existe desconforto, ele costuma ser bem tolerável e não impede a rotina do dia a dia. Isso também mudou bastante nos últimos anos: os materiais usados hoje são mais leves e flexíveis, e as peças do aparelho fixo são mais arredondadas, o que reduz bastante o risco de machucar a bochecha por dentro.
Hoje existem várias formas de ganhar espaço na arcada sem precisar extrair nenhum dente. Mas em alguns casos, principalmente quando os dentes estão muito projetados pra frente ou falta espaço real na boca, a extração pode ser necessária mesmo, podendo envolver pré-molares ou até sisos, dependendo do planejamento de cada caso.
Isso nunca é decidido de forma genérica. Só depois de uma análise clínica e radiográfica criteriosa é possível saber se o seu caso precisa de extração ou não, e essa decisão sempre passa por uma conversa com você antes de qualquer coisa ser feita.
Em média, os tratamentos duram cerca de 2 anos, podendo ser mais ou menos dependendo da complexidade do caso, que é o que mais pesa nesse prazo. Ainda assim, a colaboração do paciente faz muita diferença: comparecer às consultas, manter a higiene adequada e cuidar bem do aparelho no dia a dia ajudam o tratamento a seguir o ritmo planejado, sem atrasos que poderiam ser evitados.
Depois de uma avaliação clínica e da análise dos exames necessários, você recebe uma estimativa mais precisa pro seu caso específico, não um número genérico que serve pra qualquer pessoa.
Vale um esclarecimento antes de responder: essa comparação entre alinhador e aparelho fixo é sobre ortodontia corretiva, feita majoritariamente em adultos e também em muitos adolescentes. Na ortodontia preventiva e interceptativa existem outros aparelhos, cada um com indicação clínica específica pra cada tipo de problema.
Entre alinhador e aparelho fixo, os dois têm vantagens reais, e cada um serve melhor em situações diferentes. A grande vantagem dos alinhadores é a estética: eles são praticamente invisíveis, o que costuma pesar bastante na decisão de quem não quer aparelho aparecendo no dia a dia. Some a isso o planejamento digital, que é uma grande evolução porque permite ter uma visão melhor de como o tratamento pode evoluir ao longo do caminho, além de mais conforto e praticidade, já que são removíveis e facilitam a higiene.
Só que essa mesma característica exige mais disciplina do paciente: se o alinhador não for usado corretamente, pouca ou nenhuma evolução acontece, porque o resultado depende diretamente do tempo de uso.
Já o aparelho fixo, que por sinal também tem uma versão estética, por estar sempre colado no dente, não depende dessa disciplina de uso, o que costuma trazer mais eficiência na movimentação, mas exige outro tipo de cuidado, com a higiene ao redor dos braquetes e com alimentos que possam danificar o aparelho.
Os dois podem tratar praticamente qualquer caso, e muitas vezes a escolha final passa também pelo que faz mais sentido pra sua rotina e pro seu estilo de vida.
A contenção segura muito bem a posição conquistada no tratamento, e usá-la corretamente é fundamental pra que os dentes não saiam do lugar. Ainda assim, vale saber que nenhuma contenção garante 100% que o seu dente nunca vá se mover, porque os dentes estão em leve movimento durante toda a nossa vida.
Isso acontece por causa de um tecido chamado ligamento periodontal, que conecta o dente ao osso e é justamente o que permite que ele se movimente durante o tratamento. Depois que o aparelho sai, algumas fibras desse ligamento ainda não se reorganizaram completamente, e elas guardam uma espécie de memória da posição anterior do dente, podendo puxá-lo de volta pra onde ele estava antes. Quando isso acontece, chamamos esse processo de recidiva do tratamento.
Por isso a recomendação é clara: a contenção superior, removível, precisa ser usada por pelo menos 2 anos, e a contenção inferior, fixa, costuma ficar por tempo indeterminado, muitas vezes para sempre. Esse cuidado é o que garante que todo o resultado conquistado se mantenha ao longo da vida.
Quando um dente é perdido e o espaço dele permanece na boca, os dentes vizinhos tendem a se mover pra ocupar esse espaço. Por isso, antes de colocar um implante, muitas vezes é preciso reposicionar esses dentes com o aparelho, pra abrir o espaço certo e garantir que o implante fique bem posicionado no futuro. Essa é, inclusive, uma dica importante: se a ideia é colocar um implante, o ideal é fazer o tratamento ortodôntico antes, não depois.
Já quando o paciente já tem o implante instalado, a resposta muda: depende, e isso só se define com exame clínico e radiográfico. O implante não se movimenta como um dente natural, ele fica fixo no osso e não acompanha o restante da arcada durante o tratamento. Por isso, na grande maioria dos casos, ele limita o que o planejamento consegue fazer ao redor dele. Existem alguns casos bem específicos em que o próprio implante pode servir de apoio para movimentar outros dentes, mas isso é exceção, não a regra.
Não existe uma idade única. Em crianças, a primeira avaliação já pode acontecer entre os 5 e 6 anos, porque é nessa fase que o desenvolvimento ósseo está bastante ativo. Muitas vezes é possível perceber, ainda nessa idade, situações que nem os próprios pais notam sozinhos, como mordida cruzada, mordida aberta, respiração pela boca ou falta de espaço na arcada. O desafio, nessa fase, costuma ser outro: fazer a criança entender que aquilo é importante pra ela, já que nem toda criança tem maturidade pra isso ainda.
Em adultos, existe até uma ideia antiga, quase um mito, de que aparelho é coisa de adolescente. Isso nunca foi verdade. O dente se movimenta do mesmo jeito em qualquer idade, e o adulto ainda tem uma coisa a mais a favor: a maturidade pra levar o tratamento a sério até o fim.
Apinhamento severo, dentes fora de posição e mordida cruzada de um lado. Tratamento com aparelho expansor e aparelho fixo, alinhamento completo das arcadas.
Mordida profunda, os dentes de cima cobriam totalmente os de baixo, com espaços abertos entre os dentes. Tratamento fechou os espaços e corrigiu a mordida.
Apinhamento dentário com dentes fora do alinhamento da arcada e contato incorreto entre os dentes posteriores. Tratamento reorganizou o encaixe entre as arcadas superior e inferior.
Relatos de pacientes sobre a experiência de tratamento — compartilhados com autorização.
Paciente incomodada com diastema há anos. Tratamento planejado com calma, resultado em um sorriso mais harmônico.
Depoimento de paciente que finalizou o tratamento, contando o impacto na própria autoestima.
Paciente que buscava melhorar a estética do sorriso e recuperar a confiança, contando como foi essa jornada.
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"Existe uma diferença entre o ortodontista que aprendeu a fazer e o ortodontista que entende por que funciona. Essa diferença tem nome: pesquisa."
A escolha pela odontologia veio cedo. A escolha pela ortodontia também, mas não pelo caminho mais fácil. Desde a graduação na UFMG, a curiosidade pelo que acontece dentro do osso, no ligamento e na célula durante o movimento dentário já apontava para onde essa trajetória iria. Bolsista CNPq durante a graduação, o primeiro sinal de que a pesquisa seria parte permanente desse caminho.
Enquanto a maioria dos ortodontistas aprendia a movimentar dentes, eu fui estudar o que acontece quando você movimenta um dente de verdade. No nível celular, no ligamento periodontal, nas forças mecânicas que agem sobre cada fibra. Dois projetos de pesquisa, oito anos de UFMG, bolsa CAPES nos dois. O resultado foi uma compreensão da biologia do movimento ortodôntico que não vem de curso. Vem de laboratório. As pesquisas resultaram em três artigos publicados em revistas científicas internacionais, incluindo o Archives of Oral Biology, sobre como as células do ligamento periodontal respondem à força ortodôntica. Em linguagem simples: estudei o que acontece dentro do seu dente quando o aparelho começa a trabalhar. Esse conhecimento não fica na gaveta. Ele orienta cada decisão clínica que tomo até hoje.
No mesmo período do Doutorado, sim, em paralelo, a especialização clínica em ortodontia pela ABO/MG consolidou o que a pesquisa havia construído. O foco da especialização foi o paciente orto-cirúrgico: os casos mais complexos da especialidade, onde ortodontia e cirurgia precisam conversar com precisão milimétrica antes de qualquer movimento começar. Essa escolha não foi por acaso. Sempre me interessei pelos casos que exigem mais, porque é onde a diferença de preparo aparece com mais clareza.
Mais de 15 anos depois da graduação, o consultório na Savassi é onde tudo isso se encontra: a base científica construída em anos de pesquisa, a experiência clínica em casos de alta complexidade e o cuidado com cada paciente pelo nome, do primeiro dia ao último ajuste. Em 2025, a Band Minas convidou para falar sobre três temas que resumem bem o que é feito aqui no dia a dia: a diferença real entre aparelho fixo e alinhadores, a importância do planejamento ortodôntico antes de tratamentos estéticos como facetas e implantes, e o momento certo para iniciar o tratamento ortodôntico em crianças, preventivo e interceptativo. Não foi uma entrevista sobre técnica. Foi sobre o que significa entender o paciente de forma completa, não só o dente isolado.
Entrevista completa — Band Minas · 2025
"Formação não é garantia de resultado. Biologia humana não funciona assim, e eu nunca prometo o que não posso controlar. Mas preparo faz diferença. E o meu foi construído com muito cuidado."
Quer entender o que o seu caso exige e o que é possível alcançar?
Agendar avaliação no WhatsApp"Essa é, provavelmente, a pergunta que mais escuto. Nas avaliações: mas vai corrigir? Como vai ficar? E durante os tratamentos: quanto tempo eu vou ficar de aparelho? É por isso que eu sempre preciso começar explicando um princípio:"
Você já ouviu algum cirurgião cardíaco dizer: 'eu garanto que essa cirurgia vai ser um sucesso'? Nem numa cirurgia de coração existe essa garantia. Ele com certeza fará o melhor que pode, mas não controla sozinho a biologia do paciente.
Trago esse exemplo forte porque ele revela um princípio que vale para toda a área da saúde: conhecemos bem a fisiologia do corpo humano, o funcionamento das células, os processos biológicos. Mas cada paciente, mesmo respondendo aos mesmos princípios, tem suas particularidades, e são elas que tornam cada caso único.
No seu tratamento não é diferente. Eu sei qual é a média de movimentação de um dente. No seu caso, especificamente, ele pode se mover mais rápido, mais devagar, ou de um jeito que a média não previu.
É por isso que nenhum profissional de saúde consegue prometer resultado, por mais que você não ouça isso com frequência. Eu não vou fugir dessa verdade: eu prometo processo. Prometo cuidado em cada etapa, clareza sobre o seu tratamento, honestidade sobre o que está acontecendo, e o melhor que a sua biologia permitir.
E se eu tivesse uma bola de cristal pra prever o futuro, eu já tinha jogado na mega-sena da virada. E provavelmente, nesse exato momento em que você está lendo isso, eu estaria viajando por algum lugar incrível do mundo.
E isso não muda de lugar. Aqui, nos Estados Unidos, no Japão, o processo acontece da mesma forma. Existem vários fatores que influenciam a movimentação dentária, alguns deles eu controlo de perto, como a própria execução das mecânicas do aparelho, mas um deles não: as sutilezas dos processos bioquímicos que acontecem ao redor dos seus dentes, que são próprios de cada organismo.
E dentro do que a sua biologia permite, existe muito espaço para um bom planejamento. É esse planejamento, feito com calma e critério, que conduz a transformação do seu sorriso.
"Cada consulta começa com a mesma pergunta, o que é importante pra você nesse tratamento?"